domingo, 31 de agosto de 2008

Uma nova vida, com um Mac

Há aproximadamente três meses eu comecei minhas experiências com um Mac. Adquiri o MacBook mais simples que existe e comecei a experimentar com o desenvolvimento para o iPhone. Foi o interesse em criar programas para iPhone que me levou a cruzar a fronteira entre o Windows e o Mac OS X.

Eu sempre simpatizei com os computadores da Apple e sempre tive a percepção de que o OS X era mais "fácil" para um usuário comum, do que o Windows. Como eu trabalho com o Windows desde os primórdios da informática, tendo sido certificado em diversas versões, numa época em que importava-me com estas bobagens, eu sempre achei que para mim, não faria muita diferença. Não tinha idéia de como estava errado.

Minha experiência com o OS X tem sido extremamente positiva, especialmente no que se refere ao desempenho do computador e a experiência do usuário. O OS X "boota" muito mais rápido do que o Windows (XP ou Vista), mesmo depois de ter instalado diversas aplicações. O shutdown é especialmente impressionante, levando pouco mais tempo do que você poderia esperar se simplesmente apertasse um botão para desligar o aparelho.

Na área de aplicativos, tenho sido positivamente surpreendido com a disponibilidade de versões para Mac de muitas das aplicações que eu uso e de equivalentes para aquelas que são somente para Windows. Muitas vezes as aplicações para o OS X são até superiores àquelas que eu usava no Windows.

Eu ainda tenho um notebook Windows para rodar o Morfik AppsBuilder, a única aplicação que eu uso diáriamente e que não tem versão ou equivalente para o OS X. Isto deverá mudar em breve pois eu instalei, com impressionante facilidade, um Windows XP Home numa partição criada pelo BootCamp (utilitário que vem no OS X). Isso me disponibiliza ambos os sistemas no mesmo computador através do dual boot. Meu próximo passo será adquirir uma licença do Parallels Desktop para o Mac, para que possa usar os dois sistemas ao mesmo tempo.

Após três meses o que posso dizer é que recomendo o Mac e OS X para todos aqueles que não tiverem algum impedimento - devido a aplicações que não estão disponíveis nesta plataforma.

Computação móvel à Carioca

Este ano vimos surgir em nosso meio diversos novos mini notebooks, agora chamados de netbooks, liderados pelo Asus EEE PC 701. Depois deste pioneiro, chegaram o HP 2133, o Asus EEE PC 900, o Positivo Mobo e mais recentemente o Acer Aspire One. Todos estes modelos estão a venda hoje uma rápida caminhada pelas lojas de informática mostra que eles estão conosco para ficar.

Com a situação ridícula da segurança pública no Rio de Janeiro e a disponibilidade destes pequenos equipamentos está surgindo um novo tipo de computação móvel. Pessoas compram estes pequenos notebooks para deixar seus irmãos maiores em casa e não expo-los a chance de serem roubados.

Mais do que a perda do equipamento, que não é de se desprezar, a perda de um notebook pode representar a perda de inúmeras coisas que lhe são importantes, como as fotos de sua família, seu diário, dados bancários, etc.. Algumas destas coisas representam perdas sentimentais, outras podem colocar a você a sua família em risco, uma vez de posse do alheio.

Recibos de pagamento eletrônico, por exemplo, podem dar uma pista sobre os seus padrões de consumo e consequentemente de sua renda tornando-o um possível alvo para um sequestro relâmpago ou pior. Nomes, telefones e endereços de seus conhecidos ficam disponíveis para que uma pessoa mal intencionada e com conhecimento e discernimento para isso possa prepara ataques de engenharia social contra você e sua família.

Esta vulnerabilidade é exacerbada quando pode-se combinar estas informações com aquelas que tantas pessoas colocam livremente em sites de redes sociais como o Orkut.

O que muitos começam a fazer agora é a carregar seus dados em pen drives ou cartões de memória que são utilizados nestes netbooks, mas que podem ser guardados em um bolso ao invés de estarem dentro do computador no caso de um roubo ou furto. Este tipo de comportamento combina com a visão dos netbooks serem o segundo ou terceiro computador para muitos profissionais.

Com este tipo de comportamento, caso o netbook seja roubado ou furtado, tanto a perda financeira é bem menor do que com a perda de um notebook de primeira linha, como a quantidade de informação perdida também é muito menor.

sábado, 30 de agosto de 2008

Vem aí um novo Morfik

Há algum tempo que uma nova versão do Morfik AppsBuilder tem estado em desenvolvimento. Eu tenho acompanhado de perto a evolução de cada novo release e alguns dos novos recursos de formatação visual são muito impressionantes.

Esta nova versão deve atrair um novo conjunto de desenvolvedores para a plataforma, pois aumenta a facilidade no desenho visual da aplicação Web, muitas vezes dispensando a necessidade de recorrer a um designer para a criação de imagens. Devido à minha associação com a Morfik, no passado, freqüentemente sou procurado por brasileiros interessados na ferramenta, querendo tirar dúvidas. Isto tem aumentado recentemente com a liberação de betas da versão 2.

Acho que grande parte do interesse vem da nova interface, pois a versão do Morfik AppsBuilder tinha uma interface lembrava uma aplicação de bons 6 a 7 anos atrás, embora já tivesse toda a sofisticação da tecnologia de compiladores e geração de código. Era, realmente, necessário convencer as pessoas de que por trás daquela aparência um pouco ultrapassada havia uma tecnologia revolucionária. A versão 2 do AppsBuilder torna isso uma coisa do passado. Qualquer um que vê a nova aplicação tem imediatamente a percepção de que é um produto moderno. Devido ao acréscimo de muitos recursos novos na parte de design visual da interface da aplicação, foi necessário refazer a interface do software e a equipe de pesquisa e desenvolvimento da Morfik não poupou esforços para criar uma experiência nova.

Vou continuar acompanhando o desenvolvimento desta nova versão e a escrever aqui sobre qualquer novidade interessante.

Você já experimentou o Morfik AppsBuilder?